História

INSTITUTO MARISTA

Fundado em 1817 por Marcelino Champagnat no vilarejo de La Valla, na França, o Instituto dos Irmãos Maristas se dedica à educação de crianças e jovens com a missão declarada de “formar bons cristãos e virtuosos cidadãos.”.
 
Os primeiros discípulos receberam diretamente de Champagnat a orientação humana, intelectual, pedagógica, gerencial e espiritual que caracteriza o modo marista de ser e atuar. Hábeis educadores, espalharam-se rapidamente pela França estendendo o conhecimento e o direito à educação a dezenas de crianças e jovens nos lugarejos mais empobrecidos. Desde então, sua missão prossegue em diferentes partes do mundo.
 
Os Irmãos Maristas são religiosos consagrados, em vida comunitária, de confissão católica. Dedicam suas vidas a Deus, esforçam-se por tornar Jesus Cristo conhecido e amado e vivem uma espiritualidade baseada nas virtudes de Maria – daí o nome “Marista”. Na prática, empreendem ações educacionais e solidárias de cunho social emancipatório, sobretudo voltadas às crianças e jovens, com especial atenção aos mais empobrecidos.


Colégio Marista de Goiânia

O Colégio Marista de Goiânia foi fundado no dia 18 de março de 1962, construído em uma vasta área do Setor Pedro Ludovico. Antes da construção do Colégio, essa parte do Setor Pedro Ludovico já era conhecida por “Marista” ou “dos Maristas”. Os moradores mais antigos lembram que a expectativa para a construção do Colégio era grande em toda a cidade. A conclusão das obras só confirmou essa tendência anterior.

Até 1996, o Colégio funcionou com o Ensino Fundamental, da 1ª à 8ª série, quando construiu e implantou a Educação Infantil. Além de não ter parado de crescer, o Marista procura oferecer um serviço de qualidade em termos didático-pedagógico-pastorais. A Vila Marista conjuga o visual das áreas coloniais e a instrumentação moderna. Uma réplica da Igreja da Boa Morte, da Cruz do Anhangüera, da Casa de Cora Coralina e outros aspectos da antiga metrópole Vila Boa, agora Cidade de Goiás, reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO, não faltando sequer uma miniatura do Rio Vermelho.